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Marcas deixam esportes pela crise, corrupção ou má gestão de dirigentes

foto imagem corrupção \\ Diocese de Santo André

RIO DE JANEIRO (GOLFNEGOCIOS)- A Sadia encerrou suas ações no esporte. A empresa anunciou o fim do patrocínio à Confederação Brasileira de Futebol. A marca já havia deixado o judô, a natação e a ginástica.
Após os escândalos na CBF de corrupção a Gillette, marca da P&G, já havia saído da entidade.
A Petrobras já tinha rescindido contrato com a CBF e ficou centrada nos esportes a motor e alguns atletas que disputarão os Jogos do Rio 2016.
Adidas anunciou que retirará o aporte a Federação Internacional de Atletismo após manifestar se repudio ao doping em grande escala registrado na modalidade. O golfe é um dos poucos esportes onde o doping não é um problema maior.
A empresa de material esportivo já tinha se manifestado contra a corrupção na gestão dos esportes. Perante as reiteradas provas de doping no atletismo retirou o seu apoio à modalidade.
No fim do ano passado, as principais empresas patrocinadoras do esporte no Brasil se uniram para exigir melhores práticas de gestão das entidades por elas patrocinadas, informa o boletim Máquina do Esporte.
No Pacto do Esporte foram criadas 10 cláusulas para serem seguidas pelas entidades, com o intuito de elas terem gestões mais transparentes e eficientes e produzir um cenário mais seguro para os investimentos.
Entre as cláusulas, está a condição de patrocínio restrito as entidades que tenham conselho independente, com prestação de contas públicas e contratações transparentes.
O Pacto foi elaborado partindo de premissas feitas pelo Instituto Ethos e apoio do movimento empresarial LIDE Esporte.
São signatários iniciais do Pacto as empresas: Aché, Banco do Brasil, BRF, Bradesco, Carrefour, Centauro, Coca-Cola, Construtora Passarelli, Correios, Decathlon, Estácio, EY, Gol, Itaú, Johnson & Johnson, McDonald’s, P&G, Somos Educação, TAM e Vivo.
A mídia especializada Máquina do Esporte citou o presidente da Aché, Paulo Nigro: "É preciso buscar segurança jurídica aos patrocínios” e o presidente da Gol Linhas Aéreas, Paulo Kakinoff: “Precisamos mitigar a possibilidade de corrupção nas entidades".

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